
O Homem que pensa...
"homem que pensa não aceita soluções pré-fabricadas nem pacotes prontos, processa tudo que acontece à sua volta, consigo e com outrem, submete os fatos da vida cotidiana à sua inteligência e à sua consciência, ele tem o seu próprio crivo da verdade e por isso ele é considerado perigoso, perigoso para aqueles que se acostumaram a impor axiomas, na maioria das vezes distorcidos, inverídicos e até imorais, perigoso porque não serve de massa de manobra para as intenções inconfessáveis de homens que são verdadeiros bandoleiros da dignidade e da integridade..."
"...O homem que pensa, também enxerga, ouve e fala, é capaz de discernir entre o real e a falácia, entre o trabalho honesto e o oportunismo, existe cada vez em maior número e dentro de pouco tempo serão tantos que enganações como a imprensa desqualificada e o Ministério Público fantoche do poder e de suas próprias vaidades serão desmascarados e colocados ao julgamento público por terem desonrado o mandato tão importante que receberam da sociedade."
O Homem que pensa quer o progresso da sociedade e de seus semelhantes, não quer a enganação e a preponderância da vaidade, quer ser feliz ainda que firme, quer ser evoluído mesmo que precise, de vez em quando, punir seu concidadão em benefício da coletividade, talvez tenha sido isto que Che Guevara, em seu devaneio esquerdista, tenha, num momento de lucidez, querido dizer ao afirmar: “Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás”.
Crônicas-->O Homem que Pensa -- 12/04/2007 - 09:28 (Leopoldo Luiz Sliwak)


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