Ternura Antiga

Wednesday, February 07, 2007





Dirias que choro estrelas no adormecer dos sóis

E que desperto em cores No amanhecer das luas
Que orvalho no frescor
das manhãs Cintilando pelas folhas soltas
Dirias que broto nas rochas

E lentamente escorro para o mar

Dirias que borbulho Nas taças de champagne

E suave e lentamente te embriago
Que cavalgo nas patas Dos mais velozes corcéis

Dirias que relampeio

Durante os temporais

E sussurro nos ventos

Que me multiplico Pelo pólem das flores
Dirias que morro Em cada fim de frase
Para renascer em cada nota De uma nova sinfonia

Dirias então que vivo e morro

Um pouco a cada dia ...

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