
Dirias que choro estrelas no adormecer dos sóis
E que desperto em cores No amanhecer das luas
Que orvalho no frescor
das manhãs Cintilando pelas folhas soltas
Dirias que broto nas rochas
Que orvalho no frescor
das manhãs Cintilando pelas folhas soltas
Dirias que broto nas rochas
E lentamente escorro para o mar
Dirias que borbulho Nas taças de champagne
Dirias que borbulho Nas taças de champagne
E suave e lentamente te embriago
Que cavalgo nas patas Dos mais velozes corcéis
Dirias que relampeio
Que cavalgo nas patas Dos mais velozes corcéis
Dirias que relampeio
Durante os temporais
E sussurro nos ventos
Que me multiplico Pelo pólem das flores
Dirias que morro Em cada fim de frase
Para renascer em cada nota De uma nova sinfonia
Dirias então que vivo e morro
Que me multiplico Pelo pólem das flores
Dirias que morro Em cada fim de frase
Para renascer em cada nota De uma nova sinfonia
Dirias então que vivo e morro
Um pouco a cada dia ...


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