Ternura Antiga

Sunday, January 14, 2007





Abri minha alma,
Como se abrisse as portas
Da minha casa para ti.
Invadiste rapidamente a casa,
Pisando pelas flores que plantei.
Rodei a tua volta,
Como um tornado desejo
Da paixão que injetaste no meu sangue.

Amei.
Odiei
Gritei
Me rasguei.
Me entreguei.
Me anulei....

Me transformei naquilo
Que não era para te fazer feliz.

Valeu?
Não sei...
Até outra vez!
Mas se não o fizesse,
Sofreria da mesma forma.

Sementes da vida,
Que te quedam abandonadas e
De repente brotam,
Como?
Assustadoramente!
Não dá pra saber,
Não dá para entender,
Somente para sentir.

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